Carreira no setor supermercadista

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Profissionais encontram em redes o ambiente ideal para crescimento na carreira

A permanência de um profissional no Brasil é em média pouco mais de três anos, em torno de 161,2 semanas, segundo o Instituto Brasileira de Geografia e Estatística (IBGE). Mas muitas empresas desenvolvem programas de retenção de talentos, com as seleções internas e até mesmo com o desenvolvimento de cursos.

De acordo com o gerente de Recursos Humanos da rede Bretas, Wanderson Ferreira, investimentos em plataforma de capacitação EAD (ensino à distância), Programa de Participação nos Lucros (PPL) e plano de saúde e odontológico a 100% dos colaboradores contribuem para um clima positivo, com profissionais motivados e dedicados.

Além disso, o setor de hiper e supermercados foi o que gerou mais empregos em 2018, ocupando 45,7 mil pessoas a mais em relação a 2017, totalizando 1,4 milhão de trabalhadores, além de liderar com 13,2% a participação na receita operacional líquida do comércio no ano. Os dados são da Pesquisa Anual do Comércio (PAC), divulgada em 2020 pelo IBGE.

Exemplos

Em mais de 60 anos de atuação, a Rede Bretas, que faz parte do grupo Cencosud, é o cenário de muitas histórias de sucesso, como é o caso da gerente geral da loja do Goiânia Shopping, Lívia de Souza Teixeira, que começou na rede aos 18 anos, em Uberlândia (MG), como operadora de caixa part time, isso é, atuando quatro horas por dia. Mas já há 15 anos na rede ela afirma: “aprendi a ser gente no Bretas”.

Natural de Dolealina, Lívia saiu da lavoura para estudar e abrir os horizontes. No Bretas ela chegou a trabalhar em diversos departamentos, todos direcionados do atendimento ao público, conciliando com o curso de administração de empresas. “O aprendizado na faculdade foi desenvolvendo como eu evoluía na empresa. A teoria se tornava prática no meu trabalho. Quando aprendi a trabalhar com planilhas na universidade precisei deste recurso no Bretas”, explica.

Como gerente de atendimento, Lívia viajou a trabalho para várias unidades. “Fiz estágios nas lojas que se destacavam e nas que tinham vagas. O Bretas investiu muito em mim”, afirma. Atualmente, Lívia concilia a vida de mãe, esposa e profissional e pretende crescer ainda mais como profissional. “Quero aprender mais sobre recursos humanos, com o tempo percebi que algumas pessoas precisam de mais tempo e mais atenção para se desenvolverem e quero ser mais eficaz”, revela.

Anderson Junio Melgarejo Brites, 31, também passou por experiências positivas dentro da empresa. Com 18 anos, o primeiro emprego do gerente da loia de Campinas foi como auxiliar de estoque no Bretas. Mas 12 anos depois, ele avalia que todos os departamentos pelo qual passou foram uma escola. “Levo esses conhecimento para a vida profissional e para a pessoal. Tive vários professores nas lojas que me impulsionaram”, afirma.

Ele dá uma dica para os profissionais que querem se destacar no varejo. “Quando o profissional já adquire o conhecimento geral da área, há a necessidade de novo aprendizado e, assim, se aprimorar e conquistar o crescimento”, fala.

Oportunidades

Histórias como essas são muito comuns no varejo, especialmente na Cencosud Brasil, grupo varejista que conta com 23 mil colaboradores nas bandeiras GBarbosa, Perini, Mercantil, Prezunic e Bretas. Para se ter ideia, somente no ano passado 2.575 pessoas foram internamente promovidas ou mudaram de função/cargo em buscas de novos desafios.

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