15 de agosto de 2020

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HUGO precisa de doadores de sangue

Hospital faz orientações para todos os visitantes de pacientes em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e conversa em público atrai maior empatia para a necessidade de doação

Prestes às festividades do Carnaval, o Hospital de Urgências de Goiânia Dr. Valdemiro Cruz (Hugo) adota como um hábito, a campanha ‘Doe sangue, salve vidas’, desenvolvida pela Hemorrede Pública de Goiás (HemoGO). Visitantes das Unidades de Terapia Intensiva (UTI) recebem orientações diárias sobre os cuidados e precauções durante o instante que estão com os entes. É nesse momento que as psicólogas do Hugo fazem orientações sobre a importância de doar sangue.

“Todos vocês sabem dessa importância, e não nos custa insistir em falar sobre doação de sangue. Hoje pode ser um parente de vocês que precisa, amanhã pode ser vocês, ou até mesmo eu. Então, cabe a mim, e a cada um de nós esse ato. Vêm aí as festas e as viagens para o carnaval, e aumenta o consumo de sangue no Hemocentro”, disse, durante o acolhimento aos visitantes, a psicóloga Karina Godinho Mendes.

Durante o momento em que psicólogas e o público alvo estiveram juntos, foi entregue um cartaz com todas as orientações para que aconteça a doação. Os familiares e amigos de pacientes souberam onde é feita a doação de sangue, em Goiânia, no Hemocentro, que fica na Avenida Anhanguera, número 5.195, no Setor Coimbra. Também puderam tomar conhecimento sobre a idade (entre 16 e 69 anos), o peso mínimo (50 quilos) e os alimentos que podem ser consumidos ou devem ser evitados antes da doação.

Doador de sangue há oito anos, o mecânico industrial Cherlimar Antônio Barbosa disse que sempre teve o hábito por acreditar que a necessidade pode ser de qualquer um. Ele pondera sobre a logística de visitantes hospitalares que são de outros municípios. “Sou de Pires do Rio e, se houvesse uma coleta no próprio hospital, captaria ainda mais pessoas, mas mesmo assim, vou me programar para fazer a doação o quanto antes”, garante.

É justamente essa empatia que a psicóloga Karina Gondinho diz ser ainda mais atingida no momento em que as visitas são feitas. “Nós conseguimos muito mais doações no momento em que as pessoas percebem a necessidade do cuidado clínico de alguém. É vivenciando o ambiente hospitalar, em conversa com outras pessoas na mesma situação, que o visitante é tocado, e pode ser um proliferador da ação de doar sangue”.

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